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Resenha: Maze Runner, Correr ou Morrer

January 10, 2015
Correr ou Morrer (Vol.1)James DashnerMaze RunnerEditora Vergara & Riba426 páginas

Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

A estória toda passa em um espaço aberto cercado por muros altos, chamado de Clareira, onde algumas dezenas de garotos que foram mandados para lá. Eles não possuem memórias da sua vida antes de ir parar ali. Sabem, somente, o próprio nome. Porque foram mandados para lá ou como sair, ninguém sabe. Apenas que precisam sobreviver e encontrar uma saída, através de um labirinto. E todo mês, um garoto novo é mandado para lá por um elevador, chamado de Caixa.

O local todo funciona como uma comunidade. Onde os garotos são separados em setores, digamos assim. Tem os que são responsáveis pelos animais, os pela comida, os pela manutenção, etc. Cada um com seu cargo. Entre eles, está um dos mais importantes e perigosos. O dos Corredores. Que são responsáveis por correr durante o dia todo o labirinto a fim de achar uma saída. Mas ao anoitecer, devem sair antes das portas fecharem, pois nesse labirinto existem criaturas perigosas, chamadas de Verdugos.

E tudo fluía perfeitamente até a chegada de Thomas. Um garoto bastante curioso que percebe uma familiaridade com o local. O que o faz questiona sobre tudo, como por exemplo, “Porque eles estão ali?”, “Quem os mandou?”. E isso tudo o deixa muito intrigado em obter respostas.

No entanto, em apenas um dia da sua chegada, a caixa traz uma garota em coma com uma mensagem escrita em um bilhete, “Ela é a última”. O que deixa não só Thomas mais curioso, pois ele senti que a conhece, como espanta os demais que estavam acostumado a ter um novo por mês e apenas garotos. O que será que essa mudança trará para eles?

O livro todo trará vários mistérios que te atraíra por resolvê-los. E no final, o que não faz sentido acabará se relacionando com outros e você vai começando a descobrir todo o grande mistério. Eu gosto muito de livros que te intrigam a descobrir enigmas, ficar atendo a detalhes.

E isso foi um dos pontos que me fez ler muito rápido. Além da escrita do James Dashner ser bem fluida. Em alguns capítulos, ele encerra como as séries de TV fazem, com aquele suspense no ar que te faz ficar mais um pouco lendo. Eu comecei a leitura, meio neutro e sem muitas expectativas, pois tinha ouvido e lido alguns pontos que para mim poderiam não ser tão atrativos, mas pelo contrario foi uma das melhores distopias que li.

O único ponto que me fez não dar 5 estrelas foi o fato das expressões serem um pouco confusas e te irritam no começo, pois você acha que uma significa aquilo e aparece outra com o mesmo significa. Achei que, nesse ponto, James poderia ter melhorado um pouco.

Essa minha edição traz uma jacket (luva) com o poster do filme que a princípio eu não iria comprar, porque não gosto muito das edições com capa do filme (vai que o filme não é tão bom assim!), mas vi que era um jacket e a edição do livro mesmo é bem trabalhada, com verniz no nome “Maze Runner” e bem diagramada por dentro. Fora do cheiro que é ótimo! (rsrs)

O filme traz algumas mudanças, mas que eu não achei de modo incoerente com o livro. Elas não deixam de passar as mesmas emoções que você senti ao ler. E eu já estou bem acostumado a não esperar que o filme traga tudo certinho como o livro, até porque são meio de comunicação diferentes. No elenco traz atores muito bons, como Dylan O’BrienStiles de Teen Wolf (que fez uma atuação muito bem feita nessa terceira temporada) e a Kaya ScodelarioEffy de Skins.

Fotografia

6 on 6: Tag literaria

November 6, 2014






Esse mês a Renata trouxe a ideia de usarmos o tema Livros para fazermos as fotos. Assim, criamos esse tag. Na qual para cada categoria/pergunta mostraríamos um livro da nossa coleção. Eu achei bem diferente fazer o projeto usando uma tag e bem legal. O difícil era só escolher, mas eu sobrevivi!

Para quem me acompanha no instagram, já percebeu que ele é composto de 70% de fotos de livros (que estou lendo, compra recente, capa bonita e fotogênica, etc), 15% fotos de natureza e os 15% restantes são de outras fotos criativas (nos momentos de loucura de fotografar algo diferente) ou não (fotos normais! hahaha). Então, não tinha como não gostar mais ainda desse mês. Alguns já apareceram até por lá.

01. Qual seu livro favorito? Sem duvidas “A invenção de Hugo Cabret”, por ser um livro que junta uma história simples e bonita com ilustrações lindas feitas pelo próprio autor, Brian Selznick. Resenha aqui!
02. Qual sua capa favorita? “City of Lost Souls”, também gosto da capa brasileira. Mas a edição em inglês é sem duvida maravilhosa, por ser meio metalizada. E o livro é muito cheiroso!
03. Qual o mais recente? “Sombra e Ossos”.
04. Qual leu mais rápido? “Mazer Runner – Correr ou Morrer” demorei a ler, pois estava lendo na versão digital e quase não pegava e quando pegava lia um capítulo. Daí um dia na Saraiva, acabei trazendo essa versão linda e diferente, em comparação ao que é feito aqui no Brazil quando o livro vira filme. Ela tem essa luva ou jacket a foto do post do filme e cobre todo o livro, inclusive a orelha. E a capa mesmo, é a normal. Então, comecei a ler tudo de novo e lia os capítulos muito rápido. Levei 2 dias!
05. Qual o mais antigo? “Sherlock Holmes – O mistério do Vale Boscombe”. Comprei na primeira vez que fui a uma Bienal. Lembro-me que foi bem barato e eu sai de lá super feliz por ter uma livro sobre o Sherlock. hahha
06. Qual tem a sua cor favorita na capa? Azul. Escolhi essa edição de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, pois é simples, com uma ilustração bonita e é em nesse tom de azul lindo.

Então, foi isso! Obrigado pela visita e até o próximo post. Não esqueçam de visitar os blogs das meninas do projeto.

AninhaAngelicaHelenaKarolRenatinha

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Cidade do Fogo Celestial

August 28, 2014
Cidade do Fogo CelestialCassandra ClareOs Instrumentos MortaisGalera Record532 páginas

ERCHOMAI, Sebastian disse. Estou chegando. Escuridão retorna ao mundo dos Caçadores de Sombras. Enquanto seu povo se estilhaça, Clary, Jace, Simon e seus amigos devem se unir para lutar com o pior Nephilim que eles já encararam: o próprio irmão de Clary. Ninguém no mundo pode detê-lo — deve a jornada deles para outro mundo ser a resposta? Vidas serão perdidas, amor será sacrificado, e o mundo mudará no sexto e último capítulo da saga Os Instrumentos Mortais.

Eu li esse livro no final do mês passado, mas como resenhar um dos livros da sua escritora de literatura fantástica preferida? Passei muito tempo pensando em alguns pontos e no que eles tinham causado a mim. Conversei até com uma minha grande companheira dessa saga, Aninha, e finalmente sentei, depois de muito tempo, pra resenhá-lo. Vou tentar não soltar spoilers e nessa resenha, vou falar mais do geral da saga. Então vamos lá!

Bom, quem ler a saga e pelo menos leu já o 4º livro, Cidade dos Anjos Caídos, sabe que nesse livro surge um novo vilão – Sebastian que é o melhor vilão da Cassandra até agora. Devido o seu caráter de não se preocupar com as consequências de suas ações e sim dos resultados que eles irão trazer. O importante, para ele, é alcançar o seu objetivo. Não importando o que seja preciso para isso. E o seu lado psicopata e mau, dado ao sangue demoníaco nele. Então, Clary, Jace, Simon, Isabelle, Alex terão que enfrenta-lo e tentar se salvar e solucionar tudo de uma maneira satisfatória. E nesse volume é o desfecho disso tudo, iniciado no 4º, e de toda a Saga.

O livro é o mais grosso dos 6 volumes, mas isso, ao contrario do que se esperava, não teve aquela enrolação para que você lesse e lesse para chegar no final ou em uma parte boa. Pelo contrario, Cassandra foi desenvolvendo algumas relações entre os personagens, no caso Alex com Clary; Simon e Isabelle, e os tornando mais maduros e sérios.

Cassandra, também, trouxe alguns personagens novos a essa trama como forma do leitor já ir conhecendo e pegando uma familiarizada para quando ela lançar sua nova saga – sim, vem mais uma saga sobre esse universo dos Caçadores de Sombra – você já saber do início de tudo. E trouxe personagens da sua outra saga, já concluída também, para fechar tudo de forma melhor ainda e com mais sentimentos. O que nesse livro tem por demais!

Sua escrita teve uma evolução e ficou ainda melhor. Ela conseguiu tornar um livro grosso que tinha tudo para ter partes bestas e desnecessárias em algo que você só quer ler e ler. Sabendo, sempre, que ele pode mudar tudo em algum momento e te deixar desconsolado. Ela vai arrancar seu coração e te deixar lá sofrendo. Você sorrir em partes e em outras chora, mas tudo de uma forma equilibrada, eu penso.

O final vai trazer muitos sentimentos de despedidas; relações um pouco desconhecidas, mas mesmo quem não leu As Peças Infernais, pega uma ligação ou outra dos personagens; coragem; sacrifício, dentre outras como acontece em novelas. Um final que encerra mais uma saga de maneira satisfatória e com gosto de ler algo mais da autora ou até mesmo recomeçar a saga com o gosto de esquecer todo o drama e seus desfechos.

Mal posso esperar para ler algo novo e me envolver com os personagens como eu me envolvi nesse livro. Eu não recomendo a leitura, mas sim digo que é uma obrigação se você gosta de fantasia e ainda não leu os livros da Cassandra. Uma ideia que surgiu em uma visita com uma amiga a um estúdio de tatuagem no qual ela ficou pensando se existisse um tipo diferente de humano que dependendo do tipo de tatuagem que ele usasse, ela desse um tipo de poder a ele. E foi assim que ela criou esse universo. Então, corre para ler e se apaixonar, também, pela Cassie e sua escrita.

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Cidade das Almas Perdidas

January 28, 2014
Cidade das Almas PerdidasCassandra ClareOs Instrumentos Mortais – Vol.5Editora Galera Record434 páginas

Quando Jace e Clary voltam a se encontrar, Clary fica horrorizada ao descobrir que a magia do demônio Lilith ligou Jace ao perverso Sebastian, e que Jace tornou-se um servo do mal. A Clave decide destruir Sebastian, mas não há nenhuma maneira de matar um sem destruir o outro. Mas Clary e seus amigos irão tentar mesmo assim. Ela está disposta a fazer qualquer coisa para salvar Jace, mas ela pode ainda confiar nele? Ou ele está realmente perdido?

Quem acompanha minhas resenhas, principalmente ano passado, viu que estou adorando a Cassandra Clare e suas sagas, Instrumentos Mortais e Peças Infernais (depois vem resenha dela). Simplesmente a cada leitura e parte tensa, emocionante, quero dar uma abraço super apertado em Cassandra por sua escrita ser atrativa e com muitas reviravoltas.

Nos livros anteriores, fomos vendo as descobertas de Clary sobre si mesmo e suas origens. E que o seu pai – Valentim – queria trazer uma nova ordem e classe de Caçadores da Sombra. Mas agora Sebastian vem com uma reformulação desse plano.

Ele deseja trazer uma nova classe de Caçadores da Sombra só que de uma maneira mais maléfica. E para se assegurar de que tudo irá dar certo, ele contará com a ajudar de Jace, através de um pacto, onde se um morrer o outro também morre. Se um se machucar o outro também se machucará.

Em meio a isso tudo, Clary tentará salvá-lo, unindo-se a eles nesse plano. E ela contará com a ajuda de seus amigos, Simon, Isabelle, Alec, Magnus, Maia e Jordan, intitulados como Equipe do Bem, para encontrar uma maneira de quebrar esse pacto e por fim a esse plano. Mas qualquer falha, poderá significar a vida de Clary ou até mesmo a alma de Jace.

No entanto, como a Rainha das Fadas avisa: “… quando algo precioso se perde, ao voltarmos a encontrá-lo, pode não ser mais o mesmo.” E temos que saber que não devemos confiar de todos, porque o que vemos pode não ser o que eles são realmente. Nem todos são amigos.

Esse livro foi o que mais me deixou com o coração na mão. Por ser um livro onde tudo pode acontecer e se acontecer, é o fim do mundo, realmente. Há sentimentos sendo revelados. Emoções sendo transmitidas, onde não tem como você não se preocupar com alguns personagens.

Um ponto muito bom desses livros é a narração paralela, onde não centramos apenas um personagem e podemos ver o ponto de vista dos outros, além de suas emoções, história e problemas. E a cada termino delas, Cassandra sabe parar no momento certo para te deixar aflito e querer saber mais. E você não pode sossegar nem no último capítulo, porque no epílogo sempre trará algo que te deixará desejando pelo próximo.



Daí você já sabem que eu já quero ler Cidade do Fogo Celestial. Que promete trazer mais emoções!